quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010


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Planejamento Curricular Para DM

PLANEJAMENTO CURRICULAR PARA DEFICIENTES MENTAIS

Considerações sobre o Desenvolvimento do Currículo para alunos portadores de necessidades especiais – Deficientes Mentais.

1. POPULAÇÃO
Desenvolvimento do currículo levando em conta a natureza da população
a) Do aluno com desenvolvimento severamente comprometido
b) Ao aluno com comprometimento leve.

2. CRITÉRIOS
Necessidades, Dificuldades e POTENCIALIDADES do aluno

3. NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO

a) GLOBAL OU GERAL – ESCOLA
Realizado pela direção, professores, equipe técnica...
Currículo caracterizado a partir da clientela a ser atendida.

4. PLANEJAMENTO INDIVIDUAL
(PDI) – Plano de Desenvolvimento Individual

CONSTRUINDO O CURRÍCULO

1º passo
Delimitar o tipo de clientela geral que a escola atende.

2º passo
Fazer um planejamento geral de ensino

3º passo
Caracterizar as salas

4º passo
Fazer um planejamento de ensino de acordo com as potencialidades da sala.

Guia Curricular,Currículo e Plano de Aula

Guia Curricular

Não é um programa de ensino. É um instrumento que facilita/fornece subsídios ao professor, na elaboração de um programa concreto para sala de aula ou uma criança determinada.

O guia curricular representa uma espécie de modelo.

Currículo

Fornece o referencial básico para sequenciação de objetivos de ensino (o que e em que ordem ensinar). Necessariamente objetivos e conteúdos a serem ensinados.

Pode, também, em linhas gerais de ações e ou sugestões, especificar:

Procedimento de ensino, materiais e recursos instrucionais e procedimentos de medida/avaliação.

1. Constitui-se num “instrumento” que facilita ao professor a elaboração de um Programa de ensino e de um plano de aula.

2. Representa uma espécie de modelo de estrutura dentro da qual cabem grandes números de programas individualizados.

E, ainda, em relação a qual se pode derivar uma variedade de planos de aula.

É subsídio para o “Plano de Aula” (como ensinar)

Plano de aula

Delineamento de como ensinar: objetivos, conteúdo, estratégias, materiais ou recursos instrucionais e critérios de avaliação de ensino.

Currículo

Fornece o referencial básico para a sequenciação de objetivos de ensino dentro do qual, procedimentos de ensino específicos de medida e seqüência de apresentação dos objetivos são desenvolvidas.

Seqüência de habilidades

Definição: São estruturas básicas em torno do qual o currículo pode ser desenvolvido.

Objetivo: Uma seqüência de habilidades é delineada para:

A) Fornecer um referencial básico de objetivos de ensino na organização de programas curriculares.

É uma proposição do que ensinar (ou do que deverá ser ensinado) e em que ordem ensinar.

B) Avaliar os níveis de desempenho do aluno, dado que descreve o que deve ser avaliado.

Processo de usar e construir seqüência.

1. Seqüências precisas – planejadas ou programas têm:

Maior probabilidade de êxito do que as seqüências não planejadas ou programadas.

Características de usar e construir uma seqüência:

A construção de seqüência deverá progredir de:

1. Análise lógica: Complexidade de habilidades/comportamentos. A partir do diagnóstico pedagógico. De acordo com as dificuldades e potencialidades do aluno.

2. Desenvolvimento humano.

3. Currículo comercialmente disponível.

4. Observação sistemática do desenvolvimento do aluno.

AS SEQUENCIAS DE HABILIDADES NUNCA DEVERÃO SER CONSIDERADAS PRODUTOS ACABADOS.

Devem ser continuamente avaliadas, aprimoradas e revisadas – PROCESSO CONTÍNUO.

As seqüências de habilidades deverão ser continuamente avaliadas, aprimoradas e revisadas, com base:

a) No desenvolvimento do aluno;

b) No conhecimento crescente do desenvolvimento humano e aprendizagem;

c) Na mudança de valores e expectativas familiares e sociais.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Leis, Resoluções, Cartas, legislação sobre a Educação Especial.

Olá Amigos, tenho recebido muitos email solicitando Leis,Artigos,Resoluções sobre a Educação Especial.
O Ministerio da Educação Mantem uma Pagina na Internet que da acesso a SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. E só acessar Http://portal.mec.gov.br. No canto inferior direito tem um link escrito secretarias, e só clicar e procurar a Secretaria de Educação Especial. Neste site vocês irão encontrar muitos materiais.E Só clicar no assunto desejado que todo conteudo estará disponivel para impressão.

Abaixo alguns itens que vocês irão encontrar no site da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL.

LEIS
Constituição Federal de 1988 - Educação Especial
Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN
Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial –
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente - Educação Especial –
Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente
Lei nº 10.098/94 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei nº 10.436/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências
Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência
Lei Nº 8.859/94 - Modifica dispositivos da Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, estendendo aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio

DECRETOS
Decreto Nº 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova Iorque, em 30 de março de 2007
Decreto nº 6.949 - Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007
Decreto Nº 6.094/07 - Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação
Decreto Nº 6.215/07 - institui o Comitê Gestor de Políticas de Inclusão das Pessoas com Deficiência – CGPD
Decreto Nº 6.214/07 - Regulamenta o benefício de prestação continuada da assistência social devido à pessoa com deficiência
Decreto Nº 6.571/08 - Dispõe sobre o atendimento educacional especializado
Decreto nº 5.626/05 - Regulamenta a Lei 10.436 que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS

Decreto nº 2.208/97 - Regulamenta Lei 9.394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional

Decreto nº 3.298/99 - Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências

Decreto nº 914/93 - Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência

Decreto nº 2.264/97 - Regulamenta a Lei nº 9.424/96

Decreto nº 3.076/99 - Cria o CONADE

Decreto nº 3.691/00 - Regulamenta a Lei nº 8.899/96

Decreto nº 3.952/01 - Conselho Nacional de Combate à Discriminação

Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis n° 10.048 e 10.098 com ênfase na Promoção de Acessibilidade

Decreto nº 3.956/01 – (Convenção da Guatemala) Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência

PORTARIAS


Portaria nº 976/06 - Critérios de acessibilidade os eventos do MEC
Portaria nº 1.793/94 - Dispõe sobre a necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá outras providências
Portaria nº 3.284/03 - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições –
Portaria nº 319/99 - Institui no Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial/SEESP a Comissão Brasileira do Braille, de caráter permanente - Portaria nº 554/00 - Aprova o Regulamento Interno da Comissão Brasileira do Braille - Portaria nº 8/01 - Estágios

RESOLUÇÕES

Resolução nº4 CNE/CEB

Resolução CNE/CP nº 1/02 - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores –
Resolução CNE/CEB nº 2/01 - Normal 0 21 Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica
Resolução CNE/CP nº 2/02 - Institui a duração e a carga horária de cursos –
Resolução nº 02/81 - Prazo de conclusão do curso de graduação
Resolução nº 05/87 - Altera a redação do Art. 1º da Resolução nº 2/81

DOCUMENTOS INTERNACIONAIS
Convenção ONU Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência 2007.
Carta para o Terceiro Milênio
Declaração de Salamanca-
Conferência Internacional do Trabalho-
Convenção da Guatemala
Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes-
Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão-

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Recados para Orkut


Lindos Recados de Amizade em: www.recadosanimados.com

Técnicas de Desenho

Pintura com Papel de Seda.
- Amasse o papel de seda ( de preferência branco)
- Mergulhe em uma mistura de cola e água ( 80% cola 20% água)
- Cole o papel em uma superficie lisa ( abrindo - o delicadamente)
- Depois de seco pinte com tinta

Pintura de Sopro
- Pegue um canudinho
- Molhe a ponta na tinta guache
- peça para que o aluno sopre o canudinho em cima do papel

Giz Molhado
- Molhe varias cores de Giz
- Pinte

Pintura com Barbate.
- Corte o barbate em varios tamanhos
- Molhe os pedaços na tinta de cor desejada
- coloque os pedaços sobre a folha de papel e retire em seguida.

Trabalhando as Percepções.

Nas Salas de estimulação ( salas dos alunos com um grau maior de Deficiência) é interessante se trabalhar com materiais concretos. Uma Dica e utilizar massinhas de modelar. Sendo assim os alunos terão a oportunidade de pegar, amassar,enrolar, sentir cheiro, verificar a textura etc. Existe varias maneiras do professor trabalhar com a massinha. Vale a criatividade....
Deixo aqui algumas receitas que vocês poderão fazer com a ajuda de seus alunos.


Massa de Modelar.

2 xícaras de maisena
1 xícara de sal
½ xícara de água
1 pitada de corante ( de preferência comestível )

Modo de preparo – Misture todos os ingredientes. Levar ao fogo em banho Maria até desprender da panela.
Guardar em saco plástico.



Massa para modelar com corante vegetal.

1 kg de maisena
1 colher de sal
1 colher de óleo
Tinta vegetal até dar a cor desejada.

Misture a maisena e o sal. Junte águas aos poucos até formar uma pasta, leve ao fogo , mexa sem parar e acrescente o óleo e corante.
Guardar em sacos plásticos.